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Esta seção aborda capacidade e limitações da atual versão da arquitetura e utiliza-se da aplicação modelo (Shield) como exemplo.
Capacidades
- Injeção de elementos HTML através de diretivas customizadas:
- Internacionalização
- Métodos genéricos para operações CRUD simples
- Data-binding na camada de View
- Injeção de dependências: aplicações podem disponibilizar serviços através da injeção de dependências pelo construtor da classe, tendo como único requisito que esta classe implemente uma interface que declare seus métodos públicos. Logo abaixo temos um exemplo desta implementação através de injeção de dependência utilizando construtores.
| Bloco de código | ||
|---|---|---|
| ||
public interface IInjectable {
void foo();
}
public class Injectable extends IInjectable {
public void foo() {
System.out.println("foo");
}
}
public class Injected {
public Injected(IInjectable injectable) {
injectable.foo();
}
} |
- Mapeamento objeto relacional
- Controle Transacional (limitado)
- Padronização de elementos UI através de classes CSS
- Widgets (calendário, modal panel)
- Serialização/Deserialização genérica (podendo ser customizada pelo desenvolvedor)
- Validação de POJOS de forma genérica
- Tratamento de erros de forma transparente
- Persistência transparente, idependente do framework de persistência utilizado (Hibernate, TopLink, AO)
Limitações
- Não suporta pilha de modal: temos na tela de Aplicações um relacionamento ManyToOne com Companhias. A tela de detalhe de aplicação constitui uma modal contendo todos os campos de aplicação e um combobox mostrando as companhias disponíveis. Com a atual arquitetura não é possível editar estas companhias a partir de uma aplicação. Para realizar esta operação seria necessário sobrepor a modal corrente de detalhe com uma modal de datalhe de companhia, controlando o fluxo de operações. A solução é abrir uma nova aba do navegador, realizar a operação e então continuar trabalhando com a aplicação em edição.
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- Internacionalização é baseada no idioma do navegador e não em um perfil de usuário configurado: a arquitetura baseia-se no atributo Accept-Language do protocolo HTTP 1.1 para recuperar as configurações de idioma. Conforme podemos ver na imagem abaixo, os idiomas configurados no navegador são passados neste atributo, em uma formatação que envolve separar os idiomas por vírgula e outros valores padrões (facilitando a interpretação por um regex). Se o usuário deseja mudar o idioma, muda-se o idioma no navegador e atualiza-se a página.
