Conforme citado na seção de contextualização, a arquitetura proposta visa eliminar os problemas identificados em diversos projetos já executados, onde foi possível identificar a falta de padronização para realizar tarefas comuns no processo de desenvolvimento. Assim, temos como objetivo principal desta seção o detalhamento do projeto Commons UI que provê soluções para que seja possível estabilizar, o que era previamente uma atividade caótica, em uma atividade produtiva e padronizada. Em busca deste equilíbrio, foram estudadas soluções e padrões de mercado que balizam o desenvolvimento de software atualmente.
O framework AngularJS foi a opção escolhida após compararmos as soluções disponíveis. A possibilidade de extensão do framework nos proporciona a flexibilidade necessária para criar componentes personalizáveis que atendem plenamente as nossas necessidades. Além do benefício da extensibilidade, o framework possui uma documentação detalhada, comunidade participativa e componentes genéricos já desenvolvidos e inclusos na solução. Para maiores detalhes, consulte o guia para desenvolvedores do AngularJS.
Esta seção será dividida em três grandes tópicos: estrutura, detalhamento da estrutura e melhorias futuras. O primeiro tópico aborda a organização do projeto e responsabilidade de cada componente, descrevendo breviamente o comportamento dos componentes que compõem a estrutura do projeto. O tópico de detalhamento mostra detalhadamente o funcionamento dos componentes, a comunicação entre diferentes componentes e sua utilização pelo desenvolvedor. E por fim, o tópico de melhorias, no qual irá listar diversas melhorias que podem ser realizadas pela equipe de arquitetura para facilitar na construção de novos componentes e manter a atual estrutura da arquitetura estável.
O diagrama abaixo ilustra, de forma macro, a comunicação e organização dos componentes na atual versão da arquitetura.
![]()
| Itens | Nome | Descrição |
|---|---|---|
| 1 | Services | Services, factories e providers são componentes disponibilizados pela arquitetura que expoem métodos públicos e são passíveis de injeção de dependências. |
| 2 | Directive | Directives são como uma extensão do HTML na forma de atributos anexados nestes elementos. Diretivas utilizam-se de services, factories, providers e eventos para comunicar-se e realizar suas funções. |
| 3 | Partials | Partials são páginas HTML que podem ser incorporadas em outras páginas através da directive ng-include. Todas as páginas de list e detail da arquitetura são partials que compoem a estrutura HTML da aplicação. |
| 4 | Controllers | Controllers interagem com as partials e controlam itens de escopo e diretivas. Métodos e regras de negócio são expostos para as partials através de controllers. |
| 5 | Scopes | Scopes formam a cola entre controllers e directives. Para expor um método para uma diretiva, este método deve estar declarado dentro de um escopo. Cada controller possui um escopo. |
A arquitetura não faz uso de services, apenas factories e providers. Apesar de não utilizarmos internamente na arquitetura, registrar e fazer uso de services é um conceito importante que você pode necessitar no dia-a-dia. Não deixe de ler esta seção, a não ser que você já conheça estas operações. |
São objetos que compartilham funcionalidades através de APIs públicas para toda aplicação que faz uso do AngularJS. Services fornecem injeção de dependência e padronização quanto a criação de APIs públicas.
Services são registrados a partir da Module API. Ao registrar um service, dá-se um nome no qual será utilizado para injeção de dependências em quaisquers outros componentes do AngularJS. Abaixo temos um exemplo da utização de services para manter estados de um dialog.
shieldModule.service( 'DateUtil', function() {
this.format = function( date ) {
new Date(date).format('dd-mm-yyyy');
};
});
shieldModule.controller( 'PeriodController', [ 'DateUtil', '$scope', function( DateUtil, scope ) {
// ...
// metodo chamado para formatar a data escolhida em um widget calendar
scope.formatCurrentDate = function(date) {
scope.formattedDate = DateUtil.format(date);
};
}]); |
Note a forma que declaramos a função format no service acima. Internamente, ao declarar um service, a função retornada será instanciada apenas quando necessário (lazy). Esta instanciação dá-se chamando construtor da função através do operador new. Services são estruturas simples, expoem métodos declarados no contexto (variável implícita this) e serão instanciados pelo AngularJS a partir de um construtor padrão. São utilizados quando não há necessidade de manter estado nos objetos e/ou criar objetos que necessitam de parâmetros para sua instanciação.
Assim como o service, factories também são objetos que compartilham interfaces públicas de API e são passíveis a injeção de dependências.
Factories são registradas através da Module API . Ao registrar uma factory, dá-se um nome no qual será utilizado para injeção de dependências em quaisquers outros componentes do AngularJS. Abaixo temos um exemplo de como registrar uma factory e como utiliza-la através da injeção de dependências.
angular.module('treelayer.commons.ui').factory('$dialog', function() {
var Dialog = function(isOpen, operation) {
this.isOpen = isOpen ? isOpen : false;
this.operation = operation ? operation : '';
};
Dialog.prototype.close = function() {
this.isOpen = false;
this.operation = '';
};
Dialog.prototype.open = function(op) {
this.isOpen = true;
if (op) this.operation = op;
};
return {
'new': function(isOpen, operation) {
return new Dialog(isOpen, operation);
}
};
});
shieldApp.controller( 'PeriodCtrl', ['$scope', '$http', '$property', '$resourceLocator', '$dialog', function ( $scope, $http, $property, $resourceLocator, $dialog ) {
// ...
$scope.view = {
// ...
detailDialog: $dialog.new()
// ...
};
// ...
}]); |
Note a forma que declaramos a função foo na factory acima. Internamente, ao declarar uma factory, a função foo já esta instanciada e apenas será executada, diferentemente do service onde uma nova função será instanciada através do operador new. A factory $dialog oferece um método público new que constroi uma nova instância do objeto Dialog. Factories fornecem mais flexibilidade na sua instanciação, possibilitando a construção de objetos que possuam parametro, por isso, em casos como mostrado no exemplo acima são preferíveis ao invés de services.
Acesse o código-fonte da factory |
Providers, assim como services e factories provem interfaces públicas e são passíveis de dependência. Diferentemente destes outros componentes, providers são expostos antes da inicialização da aplicação. Este atributo fornece aos providers um mecanismo de configuração, tornando-os uteis onde o comportamento de seus métodos públicos diferem conforme a configuração realizada em um bloco de inicialização do AngularJS.
São registrados através da Module API . Ao registrar um provider, dá-se um nome (primeiro parâmetro na chamada de função angular.module('treelayer.commons.ui').provider) no qual será utilizado para injeção de dependências em qualquer outro componente do AngularJS. Abaixo temos um exemplo de como registrar um provider e como utiliza-lo através da injeção de dependências.
angular.module('treelayer.commons.ui').provider('$message', function () {
// ...
this.baseUrl = '';
// ...
this.$get = ['$q', '$http', function ($q, $http) {
return this.$message($q, $http);
}];
// ...
}); |
Todo provider deve possuir um método $get. Este será invocado pelo AngularJS para instanciar o provider e deixa-lo disponível para o bloco de configuração da aplicação. Internamente, services e factories são instancias de providers, onde o método $get é injetado automaticamente pelo framework para facilitar o desenvolvimento.
A injeção de dependências de providers mudam conforme a localidade que estão sendo injetados. Como podemos perceber no bloco de código acima, o provider de exemplo foi registrado com o nome fooProvider. Para injetarmos providers em controllers, retira-se o prefixo provider, restando apenas $message, como pode ser visto no bloco de configuração da aplicação Shield. Em blocos de configuração, mantem-se o prefixo como no bloco de exemplo abaixo.
shieldApp.config(['$messageProvider',
'$routeProvider',
'partialsPath',
function ($messageProvider, $routeProvider, partialsPath) {
// ...
$messageProvider.baseUrl = AJS.contextPath() + '/rest/shield/latest';
// ...
}]); |
Acesse o código-fonte do provider |
Diretivas são marcadores (podem ser atributos, classes ou novos elementos) em nodos da árvore DOM, como uma extensão da especificação construída pela W3C. Em sua inicialização, o framework AngularJS percorre a árvore HTML, compila e executa as directives declaradas. Durante sua execução directives são capazes de anexar novos comportamentos e funcionalidades que não existiam, até então, na estrutura especificada pela W3C.
O framework AngularJS disponibiliza, por padrão, um conjunto de directives.Assim como você pode criar controllers e services, directives também podem ser customizadas. A partir desta extensibilidade foram criadas directives que atendem as necessidades de padronização, como por exemplo a directive tl-key.
Abaixo temos um exemplo da utilização da directive tl-key e ng-click que ilustra como utilizar a directive customizada e uma directive empacotada com o AngularJS.
<!-- ... -->
<div class="inline-field-container" tl-ref="common">
<button class="aui-button align-right" ng-click="view.detailDialog.open('create')" tl-key="button.add"></button>
</div>
<!-- ... --> |
shieldApp.controller( 'PeriodCtrl', ['$scope', '$http', '$property', '$resourceLocator', '$dialog', function ( $scope, $http, $property, $resourceLocator, $dialog ) {
// ...
$scope.view = {
// ...
detailDialog: $dialog.new()
// ...
};
// ...
}]); |
No primeiro blocos acima temos o exemlo do uso da directive tl-key e ng-click; um partial, de onde retiramos um fragmento do HTML. A directive tl-key, insere os labels de forma internacionalizada a partir de uma chave. A directive ng-click, invoca o método open do objeto view.detailDialog contigo no controller PeriodCtrl.
Nestes exemplos podemos ver como é dada a interação entre controllers, scopes, partials e directives, onde o conjunto destes itens implica em uma interface dinâmica para o usuário final, agregando qualidade e padronização no processo de desenvolvimento.
Acesse o código-fonte do partial period-list.html e do controller |
Partials são páginas HTML que podem ser incorporadas em outras páginas através da directive ng-include. Todas as páginas de listagem e detailhes da arquitetura são partials que compoem a estrutura HTML da aplicação.
Abaixo temos um exemplo que da utilização da directive ng-include para incorporar o dialog de detalhe na página de períodos da aplicação Shield.
<!-- ... --> <div ng-include="view.detailDialogUrl.url" /> <!-- ... --> |
<div tl-object="period" tl-context="detail" tl-dialog tl-opened="$parent.view.detailDialog.isOpen"> <!-- ... --> <!-- ... --> </div> |
Acesse o código-fonte dos partials period-list.html e period-detail.html. |
De acordo com a Wikipedia, um controller pode enviar comandos para sua visão associada para alterar a apresentação da visão do modelo (por exemplo, percorrendo um documento). Ele também pode enviar comandos para o modelo para atualizar o estado do modelo (por exemplo, editando um documento).
Adaptando a citação para o contexto do AngularJS, o controller interage com directives (presentes em elementos HTML nos partials) através do escopo, podendo modificar o comportamento na apresentação de conteúdos ou regras para o usuário final.
O exemplo abaixo mostra como o controller PeriodCtrl preenche uma combo-box na partial period-list.html através da directive ng-option.
<!-- ... --> <select class="select field-short" ng-model="model.enabled" tl-key="enabled" ng-options="key.bool() as value for (key, value) in view.status"> <option value=""></option> </select> <!-- ... --> |
shieldApp.controller( 'PeriodCtrl', ['$scope', '$http', '$property', '$resourceLocator', '$dialog', function ( $scope, $http, $property, $resourceLocator, $dialog ) {
// ...
$scope.view = {
// ...
status: $property.range({object: 'period', attribute: 'enabled'}),
// ...
};
// ...
}]); |
Acesse o código-fonte do partial period-list.html e do controller |
É um link entre partials e controllers, onde tudo que declaramos em scopes é exposto para ser utilizado em partials, por directives. Contudo, scopes possuem outras funcionalidades, como por exemplo a função $watch que fornece ao desenvolvedor uma forma de observer valores contidos no scope e realizar ações conforme a interação do usuário com a UI.
Exemplo de código onde uma variável declarada em um escopo do controller PeriodCtrl é exposta para a directive ng-options.
<!-- ... --> <select class="select field-short" ng-model="model.enabled" tl-key="enabled" ng-options="key.bool() as value for (key, value) in view.status"> <option value=""></option> </select> <!-- ... --> |
shieldApp.controller( 'PeriodCtrl', ['$scope', '$http', '$property', '$resourceLocator', '$dialog', function ( $scope, $http, $property, $resourceLocator, $dialog ) {
// ...
$scope.view = {
// ...
status: $property.range({object: 'period', attribute: 'enabled'}),
// ...
};
// ...
}]); |
No exemplo acima, acessamos o scope do controller PeriodCtrl através de injeção de dependencias no construtor do controller (variável declarada como $scope). Valores são expostos para partials e directives através do operator . (dot). No exemplo, um objeto de nome view é criado no scope, e internamente este objeto possui um atributo status. A partir daí, a partial pode referenciar o objeto status através da atributo view do scope; como vemos na delcaração view.status.
Acesse o código-fonte do partial period-list.html e do controller |
Não deixe de ler a documentação oficial, funcionalidades como: prototypal inheretance, listeners, observers, data-biding, etc, são importantes no desenvolvimento da camada de apresentação. |
Conforme a imagem abaixo, o projeto é estruturado por pastas, cada qual refletindo a responsabilidade de seus componentes. Como este projeto é inteiramente composto de arquivos Javascript, não existem dependencias de outros projetos.

| Pasta | Descrição |
|---|---|
| Directives | Contém todas as diretivas customizadas que estão disponíveis para uso dos desenvolvedores. Estas diretivas foram criadas para atender os requisitos da arquitetura e não interferem nas diretivas do AngularJS. |
| Filters | Contém filtros customizados que estão disponíveis para uso dos desenvolvedores. Estes filtros foram criadas para atender os requisitos da arquitetura e não interferem nas diretivas do AngularJS. |
| Lang | Contém funções utilitárias, não disponibilizadas pela API Javascript nativa dos navegadores. Podemos citar como exemplo as funções: each e curry. |
| Providers | Contém providers utilizados internamente pela arquitetura para evitar alto acoplamento entre as diretivas. |
| Services | Contém serviços declarados através da API do AngularJS que estão disponíveis para injeção e podem ser utilizados pelos desenvolvedores para padronizar e agilizar o processo de desenvolvimento de novas funcionalidades. |
| Style | Contém arquivos .css para padronização de elementos de UI. |
| Vendor | Contém as bibliotecas previamente citadas neste documento já minificadas. |
Além das pastas que agrupam os componentes por responsabilidade, o projeto possui o arquivo treelayer-bootstrap que provê um módulo onde estão listadas todas as dependencias. Este arquivo existe para que quando necessário, projetos especifiquem como dependência apenas este módulo e todos os componentes estarão automaticamente associados ao projeto.
Providers são objetos expostos para toda a aplicação, passíveis de injeção, oferecem funções públicas e podem ser utilizados dentro de um bloco de configuração do AngularJS. Para maiores informações leia a documentação oficial sobre providers.
É o componente responsável por disponibilizar mensagens, descrições e validações e controlar o fluxo de execução das diretivas que fazem uso destes itens. Este componente é apoiado por endpoints RESTful que fornecem estas informações de forma dinâmica. Para realizar estas chamadas, em um bloco de configuração do AngularJS é possível configurar as diferentes URLs através de injeção de dependências. Abaixo temos uma imagem do projeto Shield, onde é configurado as URLs utilizadas pelo MessageProvider.

As funções disponíveis publicamente são:
| Nome | Descrição | Utilização | |
|---|---|---|---|
whenMessageLoads | Fornece uma forma de se registrar a este provider e, quando o back-end retornar, o provider irá alertar os componentes registrados. | ![]() | |
getRawMessages | Retorna um objeto contendo todas as mensagens, validações e descrições. Este objeto não sofreu nenhuma modificação por directives, esta no formato raw. | ![]() | |
getValidations | Retorna um objeto contendo todas as validações. | ![]() | |
createReference | Usado principalmente pela directive tl-ref, na qual cria o cache de referências.
| ![]() | |
findMessagesByKey | Busca uma determinada mensagem pela chave contida no arquivo property. | ![]() |
A partir de uma chamada da principal directive, tl-object, é disparada uma requisitção HTTP para um método genérico da arquitetura para buscar mensagens internacionalizadas. Esta funcionalidade baseia-se no nome do objeto passado para a directive tl-object para buscar as mensagens. Mensagens são compostas de labels, descriptions, validations, etc.
As URLs previamente configuradas ao inicializar um aplicação AngularJS servem como endpoint para esta funcionalidade.
Após a resposta do servidor, se ocorrida com sucesso, todas as mensagens são armazenadas em cache no formato raw, ou seja, sem alteração nenhuma. Assim que possível outras diretivas irão processar estas mensagens e preencher outras áreas de cache deste provider.
Logo após a busca de mensagens e a resposta do servidor, todas as diretivas que se registraram neste provider serão avisadas que há mensagens não processadas. A directive tl-ref iniciará sua execução preenchendo o cache referenceMessages a com uma nova estrutura, oriunda do cache no formato raw. Este cache é disponibilizado para outras diferitvas através da função pública exposta findMessagesByKey.
Se você possui dúvidas quanto a funcionalidade das directives citadas nesta seção, leia as seções de directives Object e Ref. |
Services são objetos compostos primariamente por funções, passíveis de injeção de dependências e não possuem estado. Um serviço no framework AngularJS é tratado como um singleton e pode ser injetado através de seu nome, bastando declara-lo como parametro em seus componentes (no caso, um controller, por exemplo). Para maiores informações acesse a documentação oficial sobre services.
É um serviço declarado através do framework AngularJS que possui unicamente a funcionalidade de retornar um objeto que controla estados de um dialog. Mencionamos na introdução de services que estes não possuem estado, porém o que citamos na anteriormente foi que o Dialog Service tem como unica funcionalidade retornar um objeto com estados. Como isto se dá? Basicamente este serviço possui uma única função, a função responsável por criar o objeto dialog, ou seja, o Dialog Service não possui estado, mas sim objeto obtido no retorno desta chamada.
As funções disponíveis publicamente são:
| Nome | Descrição | Utilização |
|---|---|---|
new | Cria um objeto do tipo Dialog para que o usuário possa controlar as operações e a visibilidade de um determinado dialog. |
|
Dialog é um objeto definido internamente no service DialogService e tem como responsabilidade controlar os estados de um dialog. O estado é basicamente quando o dialog está aberto e a operação que esta ocorrendo no momento. Para obter um objeto do tipo Dialog basta realizarmos uma chamada para a função new no DialogService.
É um serviço declarado através do framework AngularJS que expõe funções públicas para trabalhar com propriedades, encapsulando a complexidade de realizar requisições HTTP para o desenvolvedor. Para maiores informações, leia a documentação de resources.
As funções disponíveis publicamente são:
| Nome | Descrição | Utilização |
|---|---|---|
properties | A partir do nome de objeto, busca todas as propriedades deste objeto no back-end. | ![]() |
range | A partir de um objeto e um atributo, busca a série se existente no arquivo de internacionalização. |
|
É um serviço declarado através do framework AngularJS que expõe funções públicas para trabalhar com propriedades, encapsulando a complexidade de realizar requisições HTTP para o desenvolvedor. Para maiores informações, leia a documentação de resources.
As funções disponíveis publicamente são:
| Nome | Descrição | Utilização |
|---|---|---|
| properties | A partir do nome de objeto, busca todas as propriedades deste objeto no back-end. | ![]() |
| range | A partir de um objeto e um atributo, busca a série se existente no arquivo de internacionalização. |
|
Nesta seção abordaremos como cada directive disponível na arquitetura funciona internamente.