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Informações Essenciais

Nome do projeto

Mizura

Cliente

Empresas e usuários externos

Gerente

Marcelo Mrack

Introdução

Este é o documento de visão do projeto Mizura, um software Open Source desenvolvido pela 3layer Tecnologia focado na integração e sincronização de artefatos produzidos por ferramentas de análise e modelagem com artefatos produzidos por ferramentas de gerenciamento de projetos.

Orientado para leitura de público técnico e não-técnico, este texto cobre os pontos mais importantes do projeto e é de especial relevância para os interessados em conhecerem o projeto, seu escopo, benefícios e aplicações.

Para qualquer comentário a respeito deste documento, acesse o grupo de discussão do projeto, disponível no endereço eletrônico http://groups.google.com/group/treelayer-mizura.

Cenário

TODO: Aqui é descrito o meio em que o projeto ocorre, bem como a imersão deste em relação a outros projetos e programas existentes nesse ambiente. Use cada item abaixo para descrever estes elementos.

O projeto Mizura é uma iniciativa da 3layer Tecnologia, uma empresa reconhecidamente interessada no desenvolvimento de soluções que visam a máxima automação dos processos de desenvolvimento de sistemas, principalmente os relativos à engenharia, arquitetura, modelagem e gerenciamento das aplicações.

Partidária do movimento Software Livre (REFERENCIA), a 3layer Tecnologia mantém atualmente diversas iniciativas de projetos no conhecido Modelo Open Source Gerenciado (REFERENCIA), além de uma área de incubação de projetos, onde novas idéias e conceitos são continuamente explorados pelos seus colaborados em tempo livre.

Sendo representante oficial das empresas Atlassian e Sparxsytems, a 3layer Tecnologia também desenvolve projetos sobre ferramentas comerciais destes parceiros em clientes de variados nichos, incluindo empresas, governo, instituições, academias e outras entidades em todo o território brasileiro.

Com o foco voltado para a arquitetura e projeto de sistemas enterprise na plataforma Java EE, os empreendimentos da 3layer Tecnologia são caracterizados por um elevado coeficiente de engenharia e necessidade contínua de orquestração entre diversas ferramentas, o que exige um grande esforço para integrações entre tecnologias diferentes mantidas em ferramentas muitas vezes não intercambiáveis.

Durante o desenvolvimento desses inúmeros projetos, percebeu-se uma forte relação entre certos tipos de artefatos, os quais, embora quase diretamente associados, por residirem em ferramentas distintas e serem manipulados por perfis diferentes durante o ciclo de vida do projeto, não possuem nenhum facilitador para automatizar a sua integração e sincronização.

Neste ambiente nasceu o projeto Mizura, que é uma ferramenta para integração e sincronização de artefatos de projeto, mais especificamente entre os elementos da etapa de modelagem (diagramas de caso de uso, de atividade, de requisitos, etc.) e os elementos de gerenciamento de projeto (atividades e pacotes de trabalho do cronograma).

Embora várias ferramentas e plugins estejam disponíveis no mercado para interligar elementos dentro de uma mesma vertical do projeto, não existem soluções para realizar a integração e sincronização entre elementos de verticais diferentes. A figura 1.0 mostra essa lacuna:

FIGURA 1.0.

Contextualização

TODO: Aqui é apresentado o cenário do projeto, o tipo de negócio do cliente e os envolvidos no projeto, que tipo de situações ocorrem, uma breve descrição do fluxo operacional do negócio/organização/mercado existente e percepções e anseios.

Justificativa

TODO: Aqui, um memorial sucinto do que motivou o projeto deve ser apresentado. Geralmente um ou dois parágrafos são suficientes.

Soluções Existentes

TODO: Aqui, caso existam, são elencadas as soluções existentes para a situação acima justificada e, para cada uma delas, seus fatores positivos, negativos, problemas, facilidades, características e, principalmente, a justificativa de porquê elas não atendem o cenário atual e exigem um novo projeto. Caso um detalhamento de soluções possíveis (veja bem, soluções possíveis e não as já existentes) exista, sugere-se o uso como anexo a este documento para fins de evitar poluição visual (planilhas, estudos técnicos, apresentações, etc.).

Relacionamentos

TODO: Aqui é descrito qual a relação deste projeto frente aos outros projetos, programas e operações existentes no cenário existente da organização/mercado/terceiros; se ele vem a substituir ou melhorar algo que já existe; indicadores de dependência e integrações.

Priorização

TODO: Aqui, explicita-se a prioridade que este projeto terá frente aos outros projetos, programas e operações existentes no cenário e os fatores que balizam esta sua (alta ou baixa) prioridade.

Interessados e Interesses

TODO: Esta seção apresenta os perfis interessados no projeto e, para cada um deles, os interesses de cada um. Descreva cada interessado em formato de texto livre e, para cada um deles, liste seus interesses formato sugerido pela FDD (http://www.petercoad.com/download/bookpdfs/jmcuch06.pdf), ou seja, Verbo Ação Resultado.
NOTA: A tabulação dos Interessados e importâncias/foco no projeto é apresentada no APÊNDICE 1.

O Cliente

TODO: Aqui é apresentado o cliente do projeto, o grande beneficiário da sua execução. Seu ambiente de negócio, espaço de mercado, e outras informações do seu cenário são descritos. Caso haja mais de um cliente, use um parágrafo para cada cliente e, logo abaixo, para cada um deles, a lista dos seus interesses.

  • Verbo ação resultado;
  • Verbo ação resultado;

O Patrocinador

TODO: Aqui, o patrocinador, ou aquele que banca financeiramente e estruturalmente o projeto é descrito. Use as mesmas premissas de descrição do cliente para este interessado.

O Usuário

TODO: Aqui, o usuário dos produtos do projeto é apresentado. O usuário é aquele vai utilizar os produtos do projeto e vai ser o maior afetado pela sua execução. Os usuários podem eventualmente ser categorizados em usuário final ou usuário líder, objetivando direcionar trabalhos no momento de detalhar os requisitos do sistema. Em muitos projetos, o usuário líder é o grande detentor do conhecimento do dia-a-dia do uso do produto do projeto, e por isso precisa ser muito bem compreendido. Os usuários finais, muitas vezes detêm conhecimento além dos usuários líderes, uma vez que, durante o dia-a-dia do uso dos produtos do projeto, eles acabam criando novas maneiras de uso desses, as quais são muitas vezes melhorias (ou incorretudes) que podem ser acrescidas (ou auditadas) nos produtos. Assim, não deixe de explorar esses usuários també. Use as mesmas regras de descrição do cliente para descrever este interessado.

O Terceiro

TODO: Aqui são apresentados todas as entidades externas ao projeto, incluindo fornecedores, concorrentes, órgãos de governo, políticos, outros departamentos, filiais, etc. Geralmente, eles não tem interesse específico no projeto ou nos seus produtos, mas afetam ou são afetados por eles de alguma forma. Use as mesmas regras de descrição do cliente para descrever cada interessado.

A Equipe de Desenvolvimento

TODO: Aqui é descrito o perfil ou perfil desejado da equipe que participará no desenvolvimento do projeto. Embora seus integrantes geralmente não utilizem os produtos do projeto, são responsáveis pela sua concepção e, por isso, precisam ser dimensionados e preparados conforme o tipo de projeto a ser desenvolvido. É da boa formação da equipe do projeto um aspecto fundamental para o seu sucesso. Use as mesmas regras de descrição do cliente para descrever este interessado.

A Gestão do Projeto

TODO: Da mesma forma que a equipe de desenvolvimento, a equipe/comitê/responsável envolvida na sua gestão também tem percepções e interesses próprios, os quais precisam ser delineados aqui. Em suma, pode-se dizer que, embora um projeto consuma 20% do tempo/custo/trabalho na sua gestão, 80% dos seus resultados provém dessa estrutura de gerenciamento. Use as mesmas regras de descrição do cliente para descrever este interessado.

Escopo

TODO: Esta seção, conforme cada item, detalha todo o escopo do projeto. Agora sim, sinta-se a vontade para falar dos produtos/resultados esperados do projeto.

Meta

TODO: Aqui, de forma breve e resumida deve ser apresentada o grande objetivo - a meta - a ser atingida com a realização do projeto. Um parágrafo deve ser o suficiente para isso. Se for mais do que isso, é provável que a meta do projeto não esteja suficientemente clara.

Objetivos Específicos

TODO: Aqui, uma lista itenizada e priorizada dos objetivos específicos a serem atingidos pelo projeto. Use objetivos claros e que, cada um deles seja: Específico (tenha critérios claros de conclusão), Mensurável (possa ser medido); Exequível (possa ser desenvolvido dentro do ambiente traçado e dos conhecimentos existentes); Realista (seja factível com a realidade de tempo, recurso e custos); Aprazável (possa ser enquadrado em uma data de início e fim). Lembre-se, cada produto do projeto deve estar em concordância com estes objetivos.

Fora de Escopo

TODO: Aqui, a lista de itens que estão explicitamente fora do escopo do projeto. Caso tenha dúvidas se um item deve ou não estar nessa lista, não o coloque aqui, mas sim na lista de Objetivos Específicos. Fazendo assim estes itens duvidosos estarão na parte de baixo da lista de prioridades do projeto e, portanto, automaticamente cairão fora do escopo durante o decorrer do projeto.

Benefícios do Projeto

TODO: Aqui, uma lista itenizada dos benefícios vindouros da realização do projeto. Use as mesmas premissas dos objetivos, ou seja, específicos e mensuráveis (financeira ou temporalmente). Muitas vezes, os benefícios do projeto parecem se confundir com os objetivos. Entretanto, tenha em mente que os benefícios são os resultados esperados, enquanto os objetivos são os marcos a serem atingidos. Em suma, a cada vez que cumprimos um objetivo, obtemos um benefício/resultado no projeto.

Módulos e Funções

TODO: Aqui, uma lista priorizada dos principais módulos/domínios/partes do projeto. Use um formato itenizado para cada módulo e, dentro de cada um, uma lista também itenizada das principais funcionalidades esperadas, indicando as pessoas/entidades responsáveis pelo seu detalhamento. Esta decomposição priorizada servirá como base tanto para os patrocinadores e clientes fazerem os cortes no projeto como também para a formação a Estrutura Analítica do Projeto (EAP), que será a base do Plano do Projeto (PDP).

Premissas e Restrições

TODO: Aqui são descritas as suposições sobre o projeto, ou seja, assertivas sobre o cenário existente e vindouro e que devem perdurar durante todo o curso do projeto e mesmo, eventualmente, durante o uso dos seus produtos. Condições de mercado, concorrência, soluções existentes, etc. são mapeadas aqui. Use o formato itenizado para cada uma das premissas identificadas.

Riscos Identificados

TODO: Aqui são apresentados os riscos interentes ao projeto e seus produtos. Certamente, uma análise detalhada, qua qual deve ser conduzida na etapa 1 - Anteprojeto vai explorar mais estes riscos, categorizá-los (quantitativa e qualitivamente) e mesmo especificar uma análise de impacto e plano de controle apropriados. Entretanto, esta seção deve nortear este trabalho, já mostrando, todos os riscos já identificados nessa etapa de iniciação do projeto. Use um formato itenizado para cada risco e correlacionando-o com os módulos/partes ou etapas do projeto em que eles possam ocorrer e apresentando, se possível, as probabilidades e impactos esperados.

Estratégia do Projeto

TODO: Esta seção serve como base do Plano de Projeto, que será concluído na etapa 2 - Planejamento. Todas as nove áreas de conhecimento do projeto devem ser esboçadas, pelo menos brevemente.

Metodologia, Integração, Acompanhamento e Controle

TODO: Descrever qual o processo-base de trabalho a ser adotado no projeto (RUP, Scrum, FDD, 3PUP, etc) e detalhar sucintamente a abordagem/customização necessárias para realizar a integração entre todas as áreas do projeto, incluindo acompanhamento e controle, relatórios, gerenciamento e fluxos de gestão e aprovação, etapas do processo de desenvolvimento, estudos e pesquisas necessárias, realização de projetos-piloto, anteprojeto, localidade dos envolvidos (desenvolvimento inhouse, remoto, distribuído...), tipo de projeto (back box, gray box), serviços embutidos (consultoria, mentoring...), terceirizações de serviços, parcerias, políticas de homologação, implantação, rollup, backup, dimensionamento (teste de stress, failover, segurança...) etc.

Escopo

TODO: Como deve ser controlado o escopo do projeto, seu crescimento, retração, mudança de rumos, comitê de aprovação e responsabilidades.

Tempo

TODO: Quais são os principais marcos do projeto, que visam servir como pontos de checagem de andamento para alta gerência e tomada de decisão; datas-limite que não podem ser extrapoladas;flexibilidade temporal; previsão de etapas e ciclos; formação de cronogramas, folgas mínimas e máximas esperadas, sequenciamento de atividades e priorização.

Custos

TODO: Como devem ser trabalhadas as questões de estimativa e orçamentação iniciais; tipo de orçamentação utilizada (paramétrica, analogia, bottom up, etc) e nível de precisão necessário; cálculo de retorno de investimento (ROI); custeio de tempo, capital e recursos (ou não), tipificação de custos (custo direto, indireto, reservas, fixo, variável, etc.), técnica de valoração aplicada (como Earned Value), controle de baselines, etc.

Qualidade

TODO: Quai são e como devem ser conduzidos os balizadores sobre o gerenciamento da qualidade, critérios e níveis aceitáveis, processo de controle, verificação, validação e auditoria, adequação à normas, legislação ou políticas (de parceria, governamentais, internas, etc), formalizações, laudos, etc.

Recursos Humanos

TODO: Como deve ser a contratação e o gerenciamento dos recursos humanos no projeto, sua capacitação, perfis necessários/desejados/reais, necessidades de treinamento, línguas, capacidades de escrita, conversação, experiência, disponibilidade, alocação e responsabilidades, regras para controle, evolução, realocação e dispersão de pessoas.

Comunicações

TODO: Como deve ser desenvolvido o Plano de Comunicações do projeto, incluindo, mas não limitando, agendas e atas reuniões, formalidades e assinaturas, emissores e receptores, frequência, mídia envolvida, ferramental para controle, etc.

Riscos

TODO: Descrever como os riscos devem ser gerenciados no projeto. Caso opte-se pelo processo 3PUP, a estruturação essencial desse controle é facilitada. Entretanto, aqui devem, pelo menos, serem apresentados os critérios que norteiam as estragégias para evitar, assumir ou transferir os riscos identificados.

Aquisições

TODO: Descrever como devem ser conduzidas as aquisições de suprimentos para o projeto e produtos resultantes, incluindo licencas de produtos, contratos internos e externos, parcerias, seleção de fornecedores, treinamentos, máquinas, equipamentos, software, patentes e critérios relativos a cada um desses itens. Sugere-se fortemente a leitura do Guia de Aquisição do MPS.br em http://www.softex.br/mpsbr/_guias/default.asp para maiores esclarecimentos e balizamento.

Solução Arquitetural

TODO: Aqui, um esboço do conjunto de tecnologias, produdos e processos que formam a arquitetura esperada do sistema. Use uma figura para apresentar os elementos e, logo abaixo, descreva cada um deles de forma simples e objetiva. O foco aqui é passar a informação em alto nível, e não explorar detalhes técnicos irrelevantes para a área de negócio do projeto. Busque mostrar não somente os aspectos estruturais (o quê), mas também os comportamentais (como) de como os elementos estão organizados e interagemen entre si para formar a solução completa.

APÊNDICE 1 - Interessados e Influências

A tabela abaixo mostra de forma tabular a relação dos interessados frente ao projeto.

APÊNDICE 2 - Estrutura Analítica do Projeto (EAP)

TODO: Montar EAP inicial e inserir figura resultante aqui. Geralmente, a EAP tem no primeiro nível as etapas do processo mais o item Gerenciamento e, para cada nível, os marcos de referência e, abaixo os pacotes de trabalho (que são as Feature Sets do FDD), incluindo as responsabilidades (pessoas).

APÊNDICE 3 - Estrutura Analítica de Riscos (EAR)

TODO: Montar EAR inicial e inserir figura resultante aqui. Geralmente, a EAR tem no primeiro nível as nove áreas de conhecimento (domínios) do projeto (como Aquisiçoões, Integração, Custo, Tempo, etc.) e em cada subnível os riscos catalogados, incluindo as responsabilidades (pessoas) de controle/administração de cada risco.

APÊNDICE 4 - Estrutura Analítica de Artefatos (EAA)

TODO: Montar EAR inicial, que mostra os artefatos ou produtos resultantes do projeto e inserir aqui. Geralmente, a EAA tem no primeiro nível as etapas do processo do projeto, e em cada subnível os artefatos (produtos) resultantes, incluindo as responsabilidades (pessoas) de criação e manutenção da integridade de cada elemento.

APÊNDICE 5 - Glossário

TODO: Criar um documento com o glossário de termos e conceitos do projeto e vincular nesta seção. Use uma forma itenizada e ordenada alfabeticamente. Se o projeto for demasiadamente grande, use como primeiro nível dessa lista os módulos e no segundo nível os termos/conceitos de cada um deles.

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